Ana Leevia, Alfredo Sendim, Isa Guitana, Lula Pena, Marc Leiber, Pandemónio Studios, Pedro Dartistio, Yu Lin Humm

O Ponto d’Orvalho nasceu em contexto de pandemia da Covid-19 como um espaço de interseção entre paisagem, alimentação regenerativa, música e agroecologia. Realizado no Montado do Freixo do Meio, o festival propôs-se a sensibilizar para a urgência ecológica através da arte, promovendo experiências coletivas que estimulam a escuta, a reflexão e a ação.

A sua origem remonta à experiência de Joana Krämer Horta, que cresceu em Montemor-o-Novo e, após um período no Montado do Freixo do Meio, concebeu o festival como um espaço onde a arte atua como catalisadora de consciência ambiental.

‘Um processo de transformação que marca um recomeço, um novo começo. O ponto de partida para a vida e a criação, que se manifesta através da vibração, da luz e do estado líquido da natureza. Começa no infinito e retorna ao infinito, atravessando todas as fases intermédias de manifestação no espaço e no tempo. Uma manifestação em constante transformação, mas que também regressa à sua origem’ — Joana Krämer Horta, Fundadora e Curadora do Ponto d’Orvalho

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2021